segunda-feira, 5 de setembro de 2011


05/09/2011 07h15 - Atualizado em 05/09/2011 07h52

Londres ‘chama’, e Seleção Brasileira enfrenta Gana em seu porto seguro

Capital inglesa costuma dar sorte ao time verde e amarelo. De 2006 para cá, são oito jogos, com seis vitórias, um empate e só uma derrota

Por Leandro CanônicoDireto de Londres, Inglaterra
Ronaldinho no treino da Seleção (Foto: Mowa Press)Ronaldinho Gaúcho volta a atuar com a camisa da
Seleção em Londres (Foto: Mowa Press)
London Calling (em português, Londres Chamando) é uma famosa música da banda inglesa The Clash. A letra não tem nada a ver com futebol, mas seu título se encaixa bem com o momento da Seleção Brasileira. Afinal, depois de uma tentativa frustrada de um amistoso com o Egito, no Cairo, a capital da Inglaterra “chamou” o time verde e amarelo para tentar se recuperar contra Gana, nesta segunda-feira, no estádio Craven Cottage, do Fulham FC, às 15h45m (de Brasília).
É verdade que a partida, que terátransmissão ao vivo da TV Globo, do SporTV e do GLOBOESPORTE.COM (o site também acompanha em Tempo Real),não passa de um amistoso. Mas tem cara de jogo oficial para Mano Menezes. Pressionado pelos maus resultados da Seleção Brasileira na Copa América e nos jogos contra rivais mais fortes (derrotas para Argentina, França e Alemanha e empate com a Holanda), o Brasil tem como muleta um bom retrospecto em Londres.
De 2006 para cá, a capital inglesa virou uma espécie de “casa” da Seleção Brasileira, o palco oficial dos amistosos. Não à toa, essa é a nona vez que a empresa responsável por vender os jogos do time canarinho marca um em Londres. E nesse período, o desempenho é excelente. São seis vitórias, contra Argentina, País de Gales, Suécia, Itália, Irlanda e Escócia, um empate, com a Inglaterra, e apenas uma derrota, para portugal. O aproveitamento, então, é de 79,1%
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Bovespa acompanha mercado internacional e opera em queda

Bolsas europeias caíram em meio a preocupações com economia da região.
Na sexta-feira (2), Ibovespa fechou em queda de quase 3%.


Do G1, em São Paulo
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em baixa nesta segunda-feira (5), acompanhando o cenário do mercado externo. As bolsas europeias fecharam em queda. O principal índice das ações da região caiu ao menor nível em mais de duas semanas, em meio a persistentes preocupações com o crescimento e com a crise de dívida na zona do euro.

Às 13h35, o principal índice das ações brasileiras, o Ibovespa, caía 2,5%, aos 55.118 pontos, em um pregão com volume reduzido em meio ao feriado nos Estados Unidos.
As bolsas europeias registraram baixas expressivas neste início de semana, pelo temor de uma recessão nos Estados Unidos e afetadas pela crise da dívida, assim como por um forte retrocesso dos valores bancário.http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/09/eua-reduzem-previsao-de-crescimento-do-pib-para-16.htmlhttp://g1.globo.com/economia/noticia/2011/09/eua-nao-cria-vagas-em-agosto-e-desemprego-segue-em-91.html

  •                                          A mulher melão lança sua nova revista 
Agora reafirmou, dr.charles pereira lançou sua pre-candidatura na cidade de conde. com o apoio do governado ele pode ganhar essa prefeitura!!!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

agora com 62% dos votos Dr.Charles pereira não da a minima chance para os outros comcorrentes na pesquisa para prefeito da cidade de conde de 2012
A Líbia enfrenta uma batalha desde o começo deste ano, quando manifestações pedindo a renúncia do ditador Kadhafi, há 42 anos no poder, se tornaram confrontos violentos e passaram a ser reprimidos com força pelo regime.
Nesta sexta-feira havia sinais de uma abordagem mais organizada. Os revoltosos afirmaram que mais oficiais treinados estão no front, foguetes mais pesados foram vistos rumando para Ajdabiyah na noite de quinta-feira e o posto de passagem estava verificando quem atravessava.
"Só quem tem armas pesadas está podendo passar. Civis sem armas são proibidos", disse Ahmed Zaitoun, um dos combatentes rebeldes e parte de uma brigada de voluntários civis que receberam mais treinamento que a maioria.
"Hoje temos oficiais indo conosco. Antes íamos sozinhos", disse ele, e apontou um homem que reclamava por ser detido em um posto de passagem, acrescentando: "Ele é um garoto e não tem arma. O que vai fazer lá?"
Na estrada entre Ajdabiyah e a "capital rebelde" Benghazi, armas eram posicionadas em valas recém cavadas mirando Ajdabiyah e o front de batalha, o primeiro sinal de posições de defesa organizada protegendo Benghazi.
MisrataForças leais ao ditador estão atacando nesta sexta-feira a cidade de Misrata, controlada pelos rebeldes antigoverno, segundo um porta-voz oposicionista.
Os ataques ocorrem no centro da cidade, e lojas e casas estão sendo alvejadas. Tanques, granadas lançadas de foguetes e morteiros estão sendo usados.
Ainda não havia confirmação independente.
No dia 17 deste mês, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma resolução que valida quaisquer medidas necessárias para impedir um massacre de civis.
Dois dias depois, a coalizão internacional liderada por Estados Unidos, França e Grã-Bretanha começou a bombardear a Líbia.
Apesar de os ataques americanos terem afetado bastante a capacidade militar líbia, os rebeldes não conseguiram aproveitar a circunstância para "virar o jogo" militarmente, e as forças de Kadhafi seguiam ganhando terreno rumo ao leste.
Rebeldes guardam entrada da cidade de Ajdabiyah nesta sexta-feira (1º) (Foto: AP)Rebeldes guardam entrada da cidade de Ajdabiyah nesta sexta-feira (1º) (Foto: AP)
Tiros em Trípoli
Tiros de armas pesadas e automáticas foram ouvidos no centro de Trípoli, capital da Líbia, na madrugada desta sexta, segundo testemunhas.
Não ficou claro o que gerou o tiroteio, que durou cerca de 20 minutos e parou antes de amanhecer. Carros aceleravam pelas ruas centrais.
A capital é o principal reduto de Kadhafi e é onde fica seu complexo fortificado Bab al-Aziziyah.

Governo da Líbia rejeita condições de rebeldes para cessar-fogo

O governo líbio rejeitou na sexta-feira (1º) as condições impostas pelos rebeldes para um cessar-fogo, alegando que as tropas líbias não deixarão as cidades ocupadas, como exigido pela oposição.
"Eles estão nos pedindo para sair das nossas próprias cidades... Se isso não é loucura, não sei o que é. Não vamos deixar as nossas cidades", disse o porta-voz do governo Mussa Ibrahim.
A proposta de um cessar-fogo havia sido anunciada por Mustafa Abdel Jalil, membro do Conselho Nacional de Transição (CNT), que reúne os rebelados, caso as forças de Kadhafi suspenderem a ofensiva contra as cidades sob controle dos insurgentes.
BregaRebeldes líbios seguiram com armamento mais pesado para a cidade petrolífera de Brega e tentaram formar uma força mais disciplinada com suas unidades improvisadas para recuperar o ânimo contra o Exército regular de Muammar Kadhafi.
Enquanto a ação militar parecia caminhar para um impasse, os esforços diplomáticos da coalizão buscavam abalar o poder de Kadhafi em Trípoli. Londres exortou as pessoas leais a Kadhafi a abandoná-lo, seguindo a deserção do ministro das Relações Exteriores Moussa Koussa.
Os rebeldes disseram que nenhum lado pode reclamar o controle de Brega, uma de várias cidades petrolíferas ao longo da costa do Mediterrâneo que foram ocupadas e perdidas diversas vezes pelos dois adversários nas últimas semanas. Os insurgentes não conseguiram manter suas posições nem mesmo com a ajuda dos ataques aéreos do Ocidente.

'Se isso não é loucura, não sei o que é', disse porta-voz do governo.
Conselho de rebelados fez proposta em troca de fim de ofensiva a cidades